AGRESSÃO

Suposto agressor de motoboy mantém silêncio

O suposto agressor do motoboy em Cachoeira do Sul no dia 23/5, fato que gerou grande repercussão na cidade, inclusive com protesto de colegas de profissão, foi ouvido pela Polícia Civil. O fato foi registrado no dia 26/5, quando a vítima compareceu na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, onde foi feito um registro de lesão corporal. Desde então foi instaurado o procedimento policial para apurar a responsabilidade do autor da agressão.

O entregador relatou à Polícia que teve a perna fraturada pelo dono de um estabelecimento porque não localizou um endereço para entregar o lanche. Após ser intimado, o suposto agressor foi interrogado essa semana pelo delegado Rodrigo Silveira. Conforme o delegado, o agressor manifestou desejo de permanecer em silêncio. O inquérito policial aguarda perícia para indiciamento do agressor. Conforme o delegado Rodrigo Silveira, se tratando de lesão corporal é fundamental que seja identificado o grau dessa lesão, que pode ser de leva a gravíssima, definição realizada por meio do laudo pericial.

O fato de se manter em silêncio durante o interrogatório é um direito constitucional, sendo que esse comportamento não pode ser considerado como confissão, pois o inquérito deve reunir todas as demais provas e se possível identificar outras pessoas que tenham presenciado o fato, para então chegar à conclusão do inquérito. Não há imagens nem registros do fato.  

Daqui para frente, a Polícia aguarda o resultado final da perícia da vítima, para ver o grau da lesão e proceder o correto enquadramento do agressor.  

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