Ranking nacional
Cachoeira do Sul é o melhor lugar para se viver em segurança financeira
Município recebeu nota máxima no indicador do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL).
A melhor nota em segurança financeira lhe concedeu a primeira posição neste indicador, considerado de grande relevância visto que após certa idade o custo de vida pode subir, o que pode ser ainda mais delicado nos casos em que a capacidade de renda pode estar reduzida. No índice geral o município é o 121º colocado.
Além da nota 100 nas Finanças, Cacheira do Sul registrou: 31,5 no indicador de Habitação; 36,6 em Saúde; 30,2 em Bem-Estar; 33,7 em Cultura e Engajamento; e 53,4 em Educação e Trabalho. Ao todo, a pontuação fechou em 78,6.
O Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), iniciativa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, apontou que entre as cidades pequenas, Cachoeira do Sul é a melhor para se viver na terceira idade considerando a segurança financeira. Atualmente, Cachoeira do Sul é a cidades gaúcha com maior número de aposentados, 22,39% de seus habitantes, chegando a 16 mil habitantes.
A melhor nota em segurança financeira lhe concedeu a primeira posição neste indicador, considerado de grande relevância visto que após certa idade o custo de vida pode subir, o que pode ser ainda mais delicado nos casos em que a capacidade de renda pode estar reduzida. No índice geral o município é o 121º colocado.
Além da nota 100 nas Finanças, Cacheira do Sul registrou: 31,5 no indicador de Habitação; 36,6 em Saúde; 30,2 em Bem-Estar; 33,7 em Cultura e Engajamento; e 53,4 em Educação e Trabalho. Ao todo, a pontuação fechou em 78,6.
Entre os pequenos o melhor município gaúcho para se viver é Esteio. Seguido de Ijuí e Garibaldi. Entre os grandes, o melhor é Porto alegre, seguido de Santa Cruz e Santa Maria.
IDL
O levantamento conta com metodologia da Fundação Getulio Vargas e, nesta segunda edição analisou 876 municípios, nos quais vivem 160 milhões de brasileiros. A primeira edição, lançada em 2017, analisou 498 cidades.
O objetivo do estudo é apontar, de forma clara e objetiva, os pontos positivos e negativos dessas cidades para que gestores, governantes e representantes da sociedade civil possam pensar em ações efetivas que promovam o aumento da longevidade com qualidade de vida nestas localidades.
Foram utilizados 50 indicadores divididos em sete variáveis: Cuidados de Saúde; Bem-Estar; Finanças; Habitação; Cultura e Engajamento; Educação e Trabalho; e Indicadores Gerais. Os resultados foram divididos em duas categorias: cidades grandes - aquelas com mais de 100 mil habitantes - e cidades pequenas - com menos de 100 mil habitantes.
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